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Viagem ao Waku Kungo, arredores

Da cidade às fazendas

13/10/2011 | Fonte: Por Mayra Fernandes

Fotos

  • Cidade do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Sindicato da Sopa, restaurante em Waku Kongo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Sindicato da Sopa. Foto: Mayra Fernandes
  • Sindicato da Sopa. Foto: Mayra Fernandes
  • À saída do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À saída do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Rio seco a caminho do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Rio Kwanza, no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Rio Kwanza, no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Jardim da Igreja de Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwansa Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • No jardim da Igreja de Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwansa Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Jardim da Igreja de Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwansa Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • No Kwanza Norte, verde, com os seus embondeiros a contornar a estrada. Foto: Mayra Fernandes.
  • Igreja Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Átrio da igreja de Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Igreja Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Igreja Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Igreja Nossa Senhora da Assunção. Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Hotel Ritz em Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Hotel Ritz em Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Estrada Dondo - Calulu. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Pela estrada do Camama. Foto: Mayra Fernandes
  • A saída de Luanda faz-se pela estrada do Camama. Luanda. Foto: Mayra Fernandes
  • Escola Primária de Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Escola Primária de Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Escola Primária de Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Cidade do Dondo, segunda cidade da província de Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Pôr-do-sol no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Cidade do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Edifício da Divisão financas de Waku Kungo. Kwanza Sul.Foto: Mayra Fernandes
  • Comando Municipal de Waku Kungo. Kwanza Sul.Foto: Mayra Fernandes
  • Centro Cultural Agostinho Neto, em Catete. Bengo. Foto: Mayra Fernandes
  • Catete, a terra onde nasceu Agostinho Neto. Bengo. Foto: Mayra Fernandes
  • Casa em Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Casa em Waku Kungo. Kwanza Sul. Foto: Mayra Fernandes
  • Kitandeiras à beira da estrada a caminho para o Dondo. Foto: Mayra Fernandes
  • Edifício do BPC na cidade do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Paisagen à beira do rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Foto: Mayra Fernandes
  • A paisagem à beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • Marginal, ex-libris da cidade do Dondo, à beira rio Kwanza. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes
  • À beira rio Kwanza no Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes

Cidade do Dondo. Kwanza Norte. Foto: Mayra Fernandes1 de 47

O turismo rural devia ser uma obrigatoriedade, nesta cidade com 4,638 km2.  
 
Imaginemos uma estrada que nos leva por entre as rochas desenhadas no horizonte. Fileiras de eucaliptos, rochas com riachos como que lágrimas escorrendo pela face, campos verdes, com toda a variedade de produtos plantados.
 
Acrescentemos a essa realidade um desvio para muito perto do paraíso, onde não há rede, não há internet, mas há rios, vacas, galinhas, cabritos, ovelhas, porcos, galinhas do mato e a leve sensação de se estar suspenso no ar sem ter medo de cair.
 
É assim na fazenda Camuxila (pequena mochila que levo às costas e que tem o seu peso).  Faz lembrar os filmes de cowboys e “boiadeiros”. Dá-nos as boas-vindas entre dois muros de pedra verde e branco, por um caminho que nos leva até uma casa de campo nosmesmos tons, bem como o jango. É de um sportinguista que sonha um dia receber a equipa portuguesa de futebol aqui!
 
À direita, logo à entrada está a ser preparado um tanque de água em pedra e alvernaria, para garantir o sistema de rega de toda a fazenda. Descendo vamos encontrar o gado bovino, as galinhas poedeiras, porcos e muitos cabritos passeando-se.
 
É o contacto com a natureza de uma forma quase indescritível. Uma partilha civilizada do espaço que nos deixa com alguma sede de aventura.
 
Este é o local ideal para viagens de balão, tiro ao alvo, caminhadas, aprender a plantar, andar a cavalo ou de moto quatro, para os mais destemidos, ordenhar vacas se a fazenda tiver vacas leiteiras e obviamente descansar.
 
Muitas actividades não são exploradas e nem as fazendas desta zona estão preparadas para este tipo de turismo, ainda. Mesmo assim algumas experiências são possíveis.
 
Colher ovos é sem dúvida uma delas.
 
Deixe-se envolver pela magia da terra, fuja da grande cidade e aproveite o que o interior tem para lhe dar. Se ainda não plantou uma árvore, nem escreveu um livro, então este é um dos sítios ideais para cumprir dois dos três objectivos da vida, segundo a sabedoria popular.

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