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Mbanza Kongo forma guias turísticos

19/09/2019 | Fonte: SAPO/Angop

 Trinta e quatro guias turísticos estão desde hoje, quarta-feira, a ser formados em Mbanza Kongo, província do Zaire, com a missão de auxiliar os turistas.

A formação está a cargo do Ministério do Turismo e a ser orientada pelo técnico da Associação dos Guias de Turismo e Servidores Artísticos de Angola (AGTSA), Carlos Bumba.

Na abertura desta acção formativa, que vai durar cinco dias, o formador explicou que, nesta primeira fase, tem um pendor teórico e prático, com a abordagem de temas ligados a animação turística, história e geografia geral.

Os participantes receberão, ainda, noções relativas às relações púbicas ou humanas, ferramentas e técnicas do guia de turismo, assim como a evolução do turismo, numa acção subdividida em quatro fases, com a duração de dois anos.

Esta é a primeira acção de formação de guias turísticos a realizar-se no Zaire e, em especial, em Mbanza Kongo, que surge pela necessidade de se preencher a lacuna existente neste domínio, numa altura em que cresce, a cada dia que passa, o número de turistas que visitam a capital da província do Zaire.

Por outro lado, Carlos Bumba avançou que Mbanza Kongo poderá ser a primeira cidade de Angola a contar com um roteiro turístico oficial, a ser lançado no próximo dia 24 de Setembro, pela Ministra do Turismo, Ângela Bragança.

Com o lançamento deste documento, que vai conter informações sobre a localidade e a província do Zaire, úteis para quem visitar esta parcela do país, Angola tornar-se-á na primeira nação a nível da África Austral a contar com um roteiro oficial do género.

De acordo com o responsável, este documento é de suma importância para a actividade turística, devendo, por isso, ser cabimentado no Orçamento Geral do Estado (OGE). O mesmo terá a homologação da UNESCO, União Africana e da Organização Mundial do Turismo (OMT).

Mbanza Kongo foi o centro político e administrativo do antigo Reino do Kongo, cuja influência abarcava, para além da zona norte de Angola, os actuais territórios das Repúblicas Democrática do Congo (RDC), Congo Brazzaville e do Gabão.

Este centro histórico foi elevado à categoria de Património Cultural da Humanidade, a 08 de Julho de 2017, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

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