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Riqueza cultural

A Riqueza cultural manifesta-se nas mais diversas áreas

24/03/2009 | Fonte: Eliana Silva

‘Vou falar-vos de uma terra, agora sem guerra’, canta Matias Damásio. A cultura de Angola funde-se com a história do país. A música é um dos maiores produtos nacionais e do semba à kizomba, a inovação que os sons do kuduro trouxeram à noite angolana, fazem desta área um dos ex-libris de Angola.

Enquanto os batuques foram rebuscados para a música e misturados com os novos sons que aquecem as noites de Luanda, do Huambo ou de Cabinda, nas letras de Pepetela, eles também são descritos. Fruto também da mestiçagem de várias étnicas, a cultura angolana anda nos dias que correm de mãos dadas com a tradição e a globalização.

Se passar pelos museus do país vai encontrar o artesanato construído com as madeiras nacionais ora em forma de estatuetas, máscaras ou instrumentos musicais. Nas feiras vai querer fotografar e levar de recordação as pinturas a óleo e areia. Se em Luanda se perder por uma das galerias de arte vai fixar o olho nas fotografias de Paulino Damião ou nas peças do artista plástico Lino Damião.

A dança é presença certa nas ruas de Angola. É mais do que cultural. Está no sangue. Está no sangue as festas até tarde e a boa disposição. É desde cedo que os angolanos se ‘embalam’ pelos sons da terra. No Carvanal, a festa invade a Avenida Marginal em Luanda ou em Benguela e por todas as províncias há uma onda de cor em forma de carros alegóricos.

Povo alegre e povo bonito. Angola é conhecido por ser um país com mulheres muito bonitas, tanto que em 2011, Leila Lopes levou para casa o título de Miss Universo pela primeira vez.

Do interior ao litoral, há quem fale em kimbundo,  kicongo ou umbundo, embora a língua oficial seja o português e não obstante existirem mais de 42 dialectos.

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